Esta frase surgiu-me pelos olhos enquanto inventava segundos vicentes. Dá que pensar, em quem deverá policiar que nos policia, e quem, por sua vez, deverá vigiar os que policiam, quem nos, em primeira instância, policia.
Um ciclo infinito, ou uma faca de dois gumes?
Monday, March 26, 2007
Tuesday, March 20, 2007
venham eles... from diário digital
Cientistas criam mosquito transgénico resistente à malária
Investigadores norte-americanos criaram em laboratório mosquitos transgénicos resistentes ao parasita causador da malária nos ratinhos, indica um estudo hoje publicado.
Estes mosquitos, que passam o gene protector na reprodução, poderão no futuro permitir controlar a malária, uma doença que afecta sobretudo o continente africano, mas também extensas zonas da Ásia e América Central.
Uma equipa de investigadores da Universidade John Hopkins, em Baltimore (Maryland), modificou geneticamente mosquitos com um gene que lhes permite evitar ser infectados pelo parasita.
No estudo, deixaram um número igual de mosquitos transgénicos e de mosquitos normais alimentar-se do sangue de ratinhos infectados com paludismo.
Na nona geração, a parte dos mosquitos transgénicos era de 70 por cento, porque a espécie viveu mais tempo e pôs mais ovos, segundo o estudo, publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Não foi observada nenhuma diferença entre os mosquitos transgénicos e os normais quando foram alimentados com sangue de ratinhos não infectados.
Estes cientistas recomendam a realização de mais investigações antes de se libertar eventualmente mosquitos transgénicos na natureza.
Nas experiências foi usado o Plasmodium berghei, uma variedade do parasita da malária que infecta os ratinhos, e não o Plasmodium falsiparum, causador da forma mais grave da malária humana.
Investigadores norte-americanos anunciaram em Dezembro o desenvolvimento de uma vacina experimental capaz de neutralizar o parasita.
A malária infecta entre 350 e 500 milhões de pessoas anualmente e causa entre 700.000 e 2,7 milhões de mortes, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Em Portugal, onde é conhecida vulgarmente por «sezões», a doença constituiu um grave problema de saúde pública até aos anos 50 do século XX, mas foi declarada erradicada na década seguinte.
Diário Digital
Investigadores norte-americanos criaram em laboratório mosquitos transgénicos resistentes ao parasita causador da malária nos ratinhos, indica um estudo hoje publicado.
Estes mosquitos, que passam o gene protector na reprodução, poderão no futuro permitir controlar a malária, uma doença que afecta sobretudo o continente africano, mas também extensas zonas da Ásia e América Central.
Uma equipa de investigadores da Universidade John Hopkins, em Baltimore (Maryland), modificou geneticamente mosquitos com um gene que lhes permite evitar ser infectados pelo parasita.
No estudo, deixaram um número igual de mosquitos transgénicos e de mosquitos normais alimentar-se do sangue de ratinhos infectados com paludismo.
Na nona geração, a parte dos mosquitos transgénicos era de 70 por cento, porque a espécie viveu mais tempo e pôs mais ovos, segundo o estudo, publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Não foi observada nenhuma diferença entre os mosquitos transgénicos e os normais quando foram alimentados com sangue de ratinhos não infectados.
Estes cientistas recomendam a realização de mais investigações antes de se libertar eventualmente mosquitos transgénicos na natureza.
Nas experiências foi usado o Plasmodium berghei, uma variedade do parasita da malária que infecta os ratinhos, e não o Plasmodium falsiparum, causador da forma mais grave da malária humana.
Investigadores norte-americanos anunciaram em Dezembro o desenvolvimento de uma vacina experimental capaz de neutralizar o parasita.
A malária infecta entre 350 e 500 milhões de pessoas anualmente e causa entre 700.000 e 2,7 milhões de mortes, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Em Portugal, onde é conhecida vulgarmente por «sezões», a doença constituiu um grave problema de saúde pública até aos anos 50 do século XX, mas foi declarada erradicada na década seguinte.
Diário Digital
Friday, March 09, 2007
salta no destino
Vou andar.
Vou andar pela minha cidade.
Caminhar em tons de azul.
Vou andar em pensamento, é mais rápido.
Vou emergir, sossegar.
Vou talvez um dia cantar.
Vou correr, agora paro e salto.
É inútil pensar o contrário, se é assim que tem que ser.
Não há ligação ao que podemos ser.
Vou olhar.
Vou olhar para fora da minha cidade.
Vou pegar no encontrar, no que for mais brilhante.
Vou atribuir significados pessoais.
Vou fechar os olhos e ir mais rápido.
Ir para além do prático.
Vou seguir-te pelas entrelinhas e afastar-me pelas sombras.
Vou querer.
Vou querer aquilo que é eu.
Vou lutar pelo que tenho direito.
Vou levantar-me e dizer que quero.
Vou mais tarde parar,
Para me sossegar.
E querer mais um dia estar.
Vou-me lembrar.
Vou-me lembrar porque posso.
Vai-me ocorrer o que pode.
Vai-me surpreender por aparecer ali,
Num daqueles longe mais perto de ti dias
E tu? ias?
Não em mim,
Mas em ti,
Com espaço e lugar definido,
Com o sorriso de milhões,
Numa luta diária do sempre,
A mim convence-me :p
Vou andar pela minha cidade.
Caminhar em tons de azul.
Vou andar em pensamento, é mais rápido.
Vou emergir, sossegar.
Vou talvez um dia cantar.
Vou correr, agora paro e salto.
É inútil pensar o contrário, se é assim que tem que ser.
Não há ligação ao que podemos ser.
Vou olhar.
Vou olhar para fora da minha cidade.
Vou pegar no encontrar, no que for mais brilhante.
Vou atribuir significados pessoais.
Vou fechar os olhos e ir mais rápido.
Ir para além do prático.
Vou seguir-te pelas entrelinhas e afastar-me pelas sombras.
Vou querer.
Vou querer aquilo que é eu.
Vou lutar pelo que tenho direito.
Vou levantar-me e dizer que quero.
Vou mais tarde parar,
Para me sossegar.
E querer mais um dia estar.
Vou-me lembrar.
Vou-me lembrar porque posso.
Vai-me ocorrer o que pode.
Vai-me surpreender por aparecer ali,
Num daqueles longe mais perto de ti dias
E tu? ias?
Não em mim,
Mas em ti,
Com espaço e lugar definido,
Com o sorriso de milhões,
Numa luta diária do sempre,
A mim convence-me :p
Thursday, March 08, 2007
Crédito habitação: decreto-lei sobre amortizações está publicado
From Diário Digital:
"A amortização – parcial ou antecipada de empréstimos à habitação – vai passar a poder fazer-se, a partir de 7 de Abril, com base numa comissão máxima fixada por lei e sem quaisquer outros encargos, refere o Diário Económico.
O decreto-lei sobre a matéria foi publicado na quarta-feira, estabelecendo a comissão máxima a cobrar pelos bancos: 0,5% do capital a amortizar nos contratos de taxa variável e 2% nos de taxa fixa.
O diploma proíbe ainda os bancos de cobrar «qualquer encargo ou despesa adicional pela realização das operações de reembolso antecipado parcial ou total do contrato de crédito ou de transferência do crédito para outra instituição».
Esta regra é introduzida depois da Autoridade da Concorrência alertar que «a comissão de amortização antecipada não é o único custo associado à transferência do crédito à habitação» e que «a mera introdução de um preço máximo pode ser inconsequente», se os bancos a compensarem «com o aumento das restantes comissões ou com a criação de comissões adicionais para o cliente»."
Devagarinho, devagarinho mas sempre a avançar.
"A amortização – parcial ou antecipada de empréstimos à habitação – vai passar a poder fazer-se, a partir de 7 de Abril, com base numa comissão máxima fixada por lei e sem quaisquer outros encargos, refere o Diário Económico.
O decreto-lei sobre a matéria foi publicado na quarta-feira, estabelecendo a comissão máxima a cobrar pelos bancos: 0,5% do capital a amortizar nos contratos de taxa variável e 2% nos de taxa fixa.
O diploma proíbe ainda os bancos de cobrar «qualquer encargo ou despesa adicional pela realização das operações de reembolso antecipado parcial ou total do contrato de crédito ou de transferência do crédito para outra instituição».
Esta regra é introduzida depois da Autoridade da Concorrência alertar que «a comissão de amortização antecipada não é o único custo associado à transferência do crédito à habitação» e que «a mera introdução de um preço máximo pode ser inconsequente», se os bancos a compensarem «com o aumento das restantes comissões ou com a criação de comissões adicionais para o cliente»."
Devagarinho, devagarinho mas sempre a avançar.
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