Friday, March 25, 2011
Friday, March 26, 2010
tempo de paragem
As vezes ela não pára. Sabe que o podia fazer e como o realizar. Utilizado a desculpa rotineira do tempo avançar tão rápido, não cheira os minutos do dia, gastando-os em fúteis momentos. Quando leres isto, lembra-te de que podes chegar, começar a fazer e aproveitar.
A ouvir muito placebo. Não que seja necessariamente mau, mas baixa muito a moral.
A ouvir muito placebo. Não que seja necessariamente mau, mas baixa muito a moral.
Thursday, December 17, 2009
em recuperação
Todos sabemos o que são palavras, expressões e a sua união.
E todos sentimos de forma diferentes essa mesma conjunção.
A companhia ou presença de alguém nesta vida é feita de momentos, eternos ou fogazes, intensos ou impercetíveis, dependendo do ponto de vista do emissor ou receptor. Tomarmos como garantidos certos frames futuros, e quando vemo-nos forçados a retirá-los, abalam uma continuidade agendada e planeada que queremos imperturbada. O caminho fica diferente inevitavelmente.
Um sonho arrancado será crescer? Fugir é sempre solução, tal como quando estiveste lá mais que uma vez com a tua lanterna, ou tú, desfazendo nós e problemas com a acalmia de um temporal independente e com vontade própria.
O compasso que fura um caderno perdido algures numa mesa, fixo a um raio, marca o fim e o inicio de um ciclo quando se tocam os pontos. A convergência de traços coincidentes fazem com não se desapareçam sorrisos.
E depois ouvi a tua voz e a imortalidade volta.
E todos sentimos de forma diferentes essa mesma conjunção.
A companhia ou presença de alguém nesta vida é feita de momentos, eternos ou fogazes, intensos ou impercetíveis, dependendo do ponto de vista do emissor ou receptor. Tomarmos como garantidos certos frames futuros, e quando vemo-nos forçados a retirá-los, abalam uma continuidade agendada e planeada que queremos imperturbada. O caminho fica diferente inevitavelmente.
Um sonho arrancado será crescer? Fugir é sempre solução, tal como quando estiveste lá mais que uma vez com a tua lanterna, ou tú, desfazendo nós e problemas com a acalmia de um temporal independente e com vontade própria.
O compasso que fura um caderno perdido algures numa mesa, fixo a um raio, marca o fim e o inicio de um ciclo quando se tocam os pontos. A convergência de traços coincidentes fazem com não se desapareçam sorrisos.
E depois ouvi a tua voz e a imortalidade volta.
Monday, November 30, 2009
um dia frio...
1º parte
Depois de te ver inanimada e morta, percebi o quanto te irei sentir por não estares presente. Não peguei no teu corpo, encolhido na calçada, olhei e embebido em vinho avançei tendo, me lembrado, da inevitabilidade de ausência do teu sorriso, da tua essência, do teu cheiro, do teu cabelo, da tua voz...
Não te vás embora....
2ª parte
ficará na minha cabeça e não em palavras.
Depois de te ver inanimada e morta, percebi o quanto te irei sentir por não estares presente. Não peguei no teu corpo, encolhido na calçada, olhei e embebido em vinho avançei tendo, me lembrado, da inevitabilidade de ausência do teu sorriso, da tua essência, do teu cheiro, do teu cabelo, da tua voz...
Não te vás embora....
2ª parte
ficará na minha cabeça e não em palavras.
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