Balanceada, corre e saltita
Fica no trilho,
Escapa-lhe um suspiro
E foge a vontade
Salta à vista
Um perigo perdido
Num distante momento
Em que ardeu o sentido
Já não sente
Não vê
Não ouve
O que lê
Assim vai
Zuca de nome
Imaginação de alguém
Longínqua também
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Thursday, February 15, 2007
Thursday, January 04, 2007
the story of zuca
Zuca saiu de casa. Antes de sair ainda se lembra de ver o seu reflexo a pedir-lhe para ficar. Os ténis arrastam alcatrão e não dão importância ao que fica para trás. Carro. Chave. Música.
Mas há algo não banal no meio disto. Eu notei que há qualquer coisa em Zuca que lhe diz que isto poderá ser bom.
(Tempo) (Invencibilidade)(Tempo)
Passam-se algumas curvas e a sua existência tornou-se numa peça de um puzzle de carros. É tudo tão automático, parece pensar. Eu vou de fora, a voar a alguns metros acima. Porque não me está a apetecer ir ali.
(Tempo)
Zuca chegou. Para e olha para trás. Aperta o casaco e entra com confiança em casa. Era para morrer hoje, mas alguém a salvou.
E fui-me embora.
Mas há algo não banal no meio disto. Eu notei que há qualquer coisa em Zuca que lhe diz que isto poderá ser bom.
(Tempo) (Invencibilidade)(Tempo)
Passam-se algumas curvas e a sua existência tornou-se numa peça de um puzzle de carros. É tudo tão automático, parece pensar. Eu vou de fora, a voar a alguns metros acima. Porque não me está a apetecer ir ali.
(Tempo)
Zuca chegou. Para e olha para trás. Aperta o casaco e entra com confiança em casa. Era para morrer hoje, mas alguém a salvou.
E fui-me embora.
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